Por que a reunião presencial muda o projeto
Na sala, a gente vê o fluxo real: quem decide, quem opera e onde a dor dói todos os dias. Isso não cabe num e-mail.

O que só aparece quando a gente está junto
Um comunicado por WhatsApp descreve o sintoma. Uma reunião presencial mostra o processo. Quem espera, quem digita duas vezes a mesma informação, quem improvisou uma planilha porque o sistema antigo travou.
Na MI4, essa conversa é o ponto de partida. Sentamos com quem lidera e com quem executa. O objetivo não é coletar uma lista de desejos. É entender como a empresa funciona de verdade antes de propor qualquer tela.
Mapear dores, não só funcionalidades
Dor de negócio aparece em atraso de pedido, retrabalho no financeiro, cliente esperando retorno, estoque que não bate. Quando a gente escuta isso no ambiente da empresa, o escopo nasce alinhado ao resultado, não à moda da ferramenta.
Também fica claro o que não precisa existir na primeira versão. Isso protege prazo, orçamento e a energia do time.
Da reunião ao caminho claro
Sai da mesa um diagnóstico compartilhado: o que dói hoje, o que precisa melhorar primeiro e como medir se a solução fez diferença. Só então desenhamos o produto.
Se a sua empresa vive no improviso e ninguém consegue explicar o fluxo inteiro em cinco minutos, essa conversa presencial já vale o primeiro passo.
Quer conversar sobre o seu produto?
Conte a ideia, o problema ou o processo. A gente ajuda a encontrar o melhor caminho.


